ESSERE - Jóias Exclusivas



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15 abril 2015

Fala-se muito do #girlpower mas às vezes esquecemos que o mais básico para empoderar o mundo feminino é a união das mulheres, é falarmos bem umas das outras não num plural abstrato, mas individualmente – exaltar o que a outra faz de bom ao invés de ficar naquelas de slut-shaming, age-shaming, fat-shaming ou ficar brigando porque temos visões diferentes sobre o feminismo. Pensei nisso quando minha amiga Rose D’Agostino me escreveu comentando sobre uma entrevista que tinha feito com a cineasta brasileira Katia Adler, mulher que teve, há 17 anos, a iniciativa de apresentar via Paris para toda Europa o que é o cinema brasileiro (e criou o Festival de Cinema Brésilien de Paris que hoje é uma super vitrine para nosso filmes). Fiquei com vontade de publicar essa entrevista e me veio esse pensamento: o blog precisa falar mais de mulheres que arrasam, preciso fazer jus a essa minha ideia de empoderamento feminino que sempre expresso. Todas nós precisamos.

Rose, que também arrasa, é uma amiga livre & criativa que mora em Paris. É atriz e, segundo suas próprias palavras, está “num ano sabático experimentando coisas”. Em Paris integra um laboratório de performance arte com intervenções urbanas e faz projetos incríveis que não vou falar agora porque eles merecem um post só para eles. Rose conversou com Kátia Adler sobre mulheres no cinema. A matéria completa vocês podem conferir abaixo:

 

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Primavera de 1997 em Paris. A cineasta brasileira Katia Adler, que já estava há muitos anos longe de casa, produzindo para cinema e televisão na França, tinha uma necessidade urgente de se conectar com sua origem, voltar pras suas raízes, recuperar sua identidade. Inventou de fazer uma mostra de filmes brasileiros na cidade luz. A ideia virou um projeto et voilá! Surgia o Festival de Cinema Brésilien de Paris, hoje em sua 17a. edição.

O Festival que aconteceu de 7 a 14 de abril em Paris, trouxe 32 filmes, alguns ainda inéditos no circuito francês, entre longas, documentários e curtas. E com destaque para muitas mulheres, entre elas Carolina Jabor, Ale de Abreu e a Anna Muylaerte com o seu maravilhoso ‘Que horas ela volta?’, prêmio de melhor atriz em Sundance pra Regina Casé.

 

Com a presença badalada de artistas e diretores, a festa do cinema brasileiro este ano invade uma das mais tradicionais salas de Paris, o cine L’Arlequin, no mítico bairro de Saint Germain, com direito a um bar temático que serve (é claro!) caipirinhas pra animar os cinéfilos antes e depois das sessões.

 

Numa conversa rápida com a carioca que, além de fundadora é curadora do Festival, uma conclusão: cada vez mais mulheres gritam “Ação!” no set de filmagem e ampliam seu espaço num reduto sempre muito masculino, o da direção de filmes.

 

 
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Katia, conta pra gente como foi esse começo, como assim você sozinha inventou de fazer um Festival de Cinema Brasileiro em Paris?

 

Pois é, eu já estava aqui há alguns anos, vim pra estudar cinema, acabei ficando, produzindo curta metragens, trabalhando pra TV e sentia uma necessidade de recuperar minha identidade brasileira, me conectar com a minha brasilidade. Daí a vontade de fazer uma mostra. Era época do Collor, o Brasil tinha poucos filmes, mas aí, foi como fazer um filme, mesmo. O desafio foi mais ou menos o mesmo.

 

No Brasil a gente está acostumado com alguma dificuldade, mas aqui, como é que foi? Você como mulher, estrangeira, foi mais difícil?

 

Na verdade é sempre dificil. Até hoje é difícil. Todo ano recomeço do zero. É como se eu fizesse um filme por ano. Ter a ideia, porque todo ano tem uma temática, fazer um roteiro, selecionar os filmes, buscar patrocínio, tudo igual. Eu nunca olhei pra dificuldade e nem quero olhar. Me falaram que era impossivel. Pessoas que eu amo me disseram que era loucura, que o Brasil não tinha cópia, era bangunceiro demais pra isso, mas mesmo com dificuldade, quando a gente quer uma coisa a gente luta e consegue. É assim pra tudo, não é? E eu nem falava de continuidade, eu falava de uma edição. Mas aí, depois que você faz uma e vence as dificuldades, você percebe que pode fazer outra, começando do zero, mesmo. Às vezes eu quero muito um filme e eu espero um, dois anos pra conseguir. Não tem problema, o Festival é amplo, a ideia é de um panorama, mesmo.

 
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E o interesse do público, como é? Quem é esse público francês que quer ver o cinema brasileiro?

A França adora o Brasil, mas o público cinéfilo estava muito longe do cinema brasileiro, parou no Glauber, no cinema novo.No início o público só conhecia o Cacá Diegues, o Nelson Pereira, o Joaquim Pedro, porque eles estiveram na França no anos 70, 80 e marcaram uma era. Depois de 2005, quando teve o ano do Brasil na França, as pessoas começaram a se interessar de outra forma pelo Brasil, o público veio mudando a cada ano. O Brasil passou a ser um destino importante pros franceses, eles vão pro Brasil depois de terem tido um contato com a cultura, gostam e mantém essa ligação. Vem pro Festival pra ouvir e falar o português, pra matar a saudade. Dependendo do filme a gente alcança um tipo de público. A gente mira sempre no público jovem, porque no geral, quem vem é mais velho, mas a gente tem essa meta de divulgar pro jovem, mesmo. Este ano a gente tá fazendo uma pesquisa pra conhecer melhor esse público.

 

O Festival então acaba revelando um pouco do Brasil, aguçando as pessoas.

 

Sim.E como a gente mostra filmes recentes e alguns distribuidores compram os filmes brasileiros pra exibir na Europa, acaba sendo uma vitrine que amplia esse conhecimento sobre o que se produz no nosso país.

 

E como é a tua curadoria, como é o teu processo?

Todos os anos a gente tem um tema e uma homenagem importante. Este ano é cinema e literatura e a Maria Betania é a personalidade histórica brasileira homenageada, porque ela é a maior cantora do Brasil, nos seus 50 anos de carreira, isso tem q ser comemorado. Ela nao pode vir mas são 3 filmes homenageando a história dessa cantora maravilhosa. E tem sempre documentários. Eu insisto em docs porque eles são muito importantes, muito reveladores do nosso tempo. Então, a partir de um tema eu sigo no meu roteiro e vou buscando filmes, vou vendo, selecionando, negociando.

 

A gente sabe que o mundo do cinema é muito masculino e este ano tem 7 diretoras apresentando filmes, você é uma mulher que faz esse filme/festival todo ano, vi que a tua equipe é basicamente composta de mulheres, isso tá mudando? 

 

Pois é, a gente tem algumas diretoras se destacando e isso é pra ser comemorado! Mas a participação feminina está longe de ser representativa não é só no Brasil. As mulheres são excelentes produtoras, mas na direção a gente ainda tem um caminho aí pra percorrer porque sim, ainda é um reduto em que os homens reinam. As mulheres estão ganhando lugar, estão mais presentes e fazendo um lindo percurso. O filme da Carolina Jabor, o da Anna Muylaerte, enfim, os filmes de diretoras mulheres que a gente mostra no Festival são grandes trabalhos.

 

E a estética veio mudando também, né. Teve um momento em que o Brasil era só violência em favela, depois do boom Cidade de Deus.

 

Sim, mudou. Antes era sertão, depois favela, mas este ano a gente tem um panorama, filmes muito diferentes, sensíveis, musicais. Mas a gente fecha o Festival com um filme de ficção delicadíssimo, feito por uma mulher, inclusive, que é o “Que horas ela volta?” e com um documentário interessantíssimo, o “Favela Gay”, porque favela tem que ter também.  A favela é parte do Brasil e tem q ser tratada como um bairro, de forma humanizada, ela é parte fundamental do Rio de Janeiro, de onde eu venho. Então, encerrar o Festival com esses dois filmes mostra o quanto ele é amplo, ele traz a vitalidade e a diversidade do cinema brasileiro hoje. E eu acredito que a gente vem contando a nossa história pro mundo já há alguns anos através do nosso cinema.

13 abril 2015
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O mais básico dos strips ou qualquer dança sensual requer algo que perdemos hoje em dia: calma. A leveza e sensualidade que vem de uma roupa tirada sem pressa e o estar confortável com o fato de estar sendo silenciosamente observada, sem ansiedade, já são coisas sexualmente muito poderosas, mesmo que você não faça um strip mega profissional. Claro que arrasar num pole dance é incrível, mas o mais importante não são as técnicas mirabolantes mas sim a atitude, o olhar, a sensualidade e leveza do corpo. Exemplo? A Kate Moss no clipe “I just don’t know what to do with myself”, do White Stripes. Se você reparar, a dança da Kate Moss é mais firula do que técnica. Foi o que minha professora de pole dance disse quando eu cheguei dizendo que eu queria aprender aquilo. Ela disse: “mas você faz coisas muito mais difíceis já!” Então, a gente fica hipnotizada pela leveza e segurança com que ela se move e nem repara que são coisas simples. É isso que você tem que ter em mente quando for fazer um strip para o namorado ou qualquer pessoa: estar confiante é o mais importante. E ter a música certa, claro. A segurança é com você, mas com a música certa eu posso ajudar. Aqui vão algumas das minhas preferidas pra esses momentos.

 

Do I move you (Nina Simone): ideal pra esse momento mais silencioso e suave. Nina Simone em sua música mais sensual. Aproveite a levada arrastada do som e resgate essa calma que você perdeu. Tire cada peça muito devagar, olhando no olho e curtindo cada movimento. Esqueça do mundo ao redor, esqueça qualquer inibição e se entregue para o momento.

 

 

 

I put a spell on you (versão do Creedence Clearwater): minha favorita. Essa é legal pra causar, imaginar que está num palco (mesmo que você não esteja) e dar um tom um pouco mais performático. O strip com essa música não é algo que você faz numa bela tarde de sol, tem que ser numa noite especial, um clima denso e provocante. Forte. Veja o filme “Planeta Terror” do Robert Rodriguez e se inspire naquela cena inicial, Rose McGowan naquela vibe badass arrasante dançando (é com outra música, mas dá pra se inspirar na atitude dela). Mas pare na cena inicial porque no resto do filme tem uns zumbis e tal, não vai ser inspirador para seu strip haha

 

 

Down in Mexico (The Coasters): você viu a cena do lap dance de “Death proof” do Tarantino com essa música? Então veja (abaixo) e entenda como dá pra ser performática sem mega produção. A mulher está de chinelinho, nada produzida, num lugar nada ideal e vai lá e arrasa. A prova de que você não precisa do momento ideal nem da roupa ideal.

 

8 abril 2015

(texto meu publicado no Caderno de Sábado do jornal Correio do Povo, 4/12/2015)

 

 

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Escritoras são diferentes de escritores. Simplesmente porque homens são diferentes de mulheres. É outra relação com o mundo, logo, outra forma de expressão. Não tem como um ser que sangra todo mês, que tem essa ligação tão próxima com os ciclos da natureza, que flutua por tantos e diversos estados de espírito num mesmo mês, ter a mesma visão de mundo que a de um homem. A literatura de uma Anais Nin ou uma Clarice Lispector por exemplo, nunca poderia ter sido escrita por um homem. O mesmo se dá com a literatura da inglesa Virginia Woolf. Um stream of conciousness gritante & feminino. Lindo. No clamor por igualdade, às vezes esquecemos das diferenças inevitáveis e postivas que existem entre os sexos. O termo literatura feminina, sendo eu uma escritora e mulher, não me irrita (como acontece com algumas escritoras que são contra o termo), pelo contrário, me orgulha – e uma de minhas maiores inspirações é Virginia Woolf.

 

Falar dela, é falar da natureza feminina, em sua força e fragilidade (uma força que muitas vezes vem justamente da fragilidade).

 

E ela sabia disso. Entre seus livros existe um não tão comentado como seu Mrs Dalloway (um dos marcos do romance moderno) mas que consiste numa das reflexões mais interessantes sobre seu papel como mulher e escritora: “Um teto todo seu”, espécie de ensaio fictício que surgiu de duas palestras sobre o tema “mulheres e ficção” que ela proferiu em Newham College e Girton College, duas faculdades frequentadas por mulheres. E no livro ela escreve “Seria mil vezes uma pena se as mulheres escrevessem como os homens, ou vivessem como eles, ou se parecessem com eles, pois se dois sexos é bastante inadequado, considerando a vastidão e variedade do mundo, como faríamos com apenas um? A educação não deveria aflorar e fortalecer as diferenças em vez das similaridades?”

De uma forma fictícia, através da criação de um alter ego, ela resume (para o espanto de muitos) essa complexa questão sociológica e antropólogica – mulheres e ficção – de forma muito pragmática: “Uma mulher precisa ter dinheiro e um teto todo seu, um espaço próprio, se quiser escrever ficção”. Um espaço para exercer sua liberdade pessoal, tempo e condições básicas para se dedicar à literatura, tudo que faltou para as mulheres até o século XX.

 

Virginia teve uma vida marcada por depressões e perturbações psicológicas mas foi uma das escritoras com maior produção no seculo XX: nove romances, duas biografias, sete volumes de ensaios, vinte e seis cadernos de diários e muitas cartas. E foi uma suicida. Numa tarde de em 1941, ao 59 anos, entrou no Rio Ouse com pesadas pedras nos bolsos acabando com a própria vida. Diferente de sua personagem Mrs Dalloway, que se distraía com festas para encobrir o vazio, Woolf sentia o peso da vida num nível que lhe parecia insuportável.

Era dessas dessas pessoas que percebem a falta de sentido da vida, essa trama ilusória e construída que chamamos de realidade. Depressiva, suicida, feminista mas, antes de tudo, uma existencialista. Sua obra e seu diário transbordam densidade existencial. E a sensação de absurdo e vacuidade que habitavam seus pensamentos a levavam a surtos mas também, paradoxalmente, a pensamentos extremamente lúcidos.

 

A herança de Virginia Woolf segue como inspiração para mim e para todas as mulheres que vieram depois dela. Acreditando, como escreveu, que “se cultivarmos o hábito da liberdade e a coragem de escrever exatamente o que pensamos; se fugirmos das salas de visitas e enxergarmos o ser humano não apenas em relação aos outros, mas em relação a realidade”, o teto só nosso (em toda amplitude metafórica que essa expressão possa ter) será cada vez mais possível e natural sem que precisemos constantemente reafirmá-lo em discursos.

31 março 2015

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Pashupati é terapeuta tântrico do Centro Metamorfose, ministra cursos individuais e em grupo de massagens tântricas e terapias como Renascimento e meditação ativa. Também desenvolve um trabalho de Pulsação Tântrica que visa potencializar o pulso vital que emana do primeiro chakra e o Neo Sense que visa potencializar e experienciar de formas diferentes os órgãos da percepção. Tá bom pra vocês ou querem mais?

 

Sim, wow. Já fiz com ele massagem tântrica algumas vezes e já contei aqui o quanto isso mudou minha percepção sobre sexo né?

Mas hoje resolvi chamar o Pashupati para dar 5 dicas de como chegar mais arrasantemente ao orgasmo. “Para deixar orgasmo chegar”, ele me corrigiu. “Porque sendo um processo natural do ser, não há porque querer ‘alcançá-lo’, ‘chegar a ele’ – isso só torna o processo mais estressante, o orgasmo como meta torna o ato do amor quase mecânico”.

 

Tem razão, Pashupati!

 

Aqui as dicas do tântrico para deixar o orgasmo chegar:

 

1 - “Torne o ato amoroso ou sexual uma brincadeira, sem linha de chegada, sem objetivo final, tanto para o homem quanto para a mulher. Brinquem com os corpos, com as sensações, com o toque. Variem os estímulos, a velocidade, o ritmo. Mas se deem tempo de sentir. Comecem os estímulos e sempre olhando as reações do outro, explorem o corpo próprio e um do outro como se fosse a primeira vez, com calma e sem pressa.”

 

2 – “O que remete a segunda dica. Você sabe o que te dá prazer? Conhece cada parte do seu corpo e como ela responde aos mais variados estímulos? Provavelmente não, até por que estamos sempre em mutação e as percepções e sensações mudam. Então, com calma e jeito, indiquem o que está dando prazer ou não. Falem mesmo, mas saber como falar nesses casos é primordial. Infelizmente vivemos ainda numa sociedade muito machista, onde é cobrado dos homens que já nasçam sabendo tudo, principalmente como agradar uma mulher na cama, e para as mulheres ainda é tabu se expressar. Portanto saber comunicar é fundamental, sejam assertivas, comuniquem o querem e como querem, com calma e jeito. Homem algum nasceu adivinhando. No entanto se ele relutar em ouvir o que te agrada, sabendo que foi comunicado amorosamente, talvez seja o momento de um dos dois ou os dois reverem os conceitos.”

 

3 - “Com a língua para se comunicar afiada por que não usa-la também para dar prazer, nossa terceira dica. Algumas mulheres dizem que os homens não sabem chupar. Eu digo que as mulheres levam uma pequena vantagem nessa, não por que as mulheres tem vagina e por isso sabem onde dá prazer. Isso é bobagem, cada pessoa é única e vai gostar de sexo oral a sua própria maneira. Então qual a vantagem feminina? O mesmo ou muito parecido aparato biológico, por terem corpos iguais, elas reconhecem melhor as respostas da parceira, e em geral mulheres são mais observadoras e exploradoras na cama, talvez por não terem um pinto. Em geral, os homens ainda são muito centrados no pênis esquecendo as outras partes do corpo, própria e da parceira.”

 

4 - “Variem o ritmo e profundidade da penetração. Variem o ângulo, as posições, a velocidade, a força. Se não há pressa, e nem pressão para se chegar ao orgasmo, por que não brincar de penetrar? Por que não dançar dentro da vagina? Homens também podem rebolar, e a maioria das mulheres adoram isso, tanto que muitas preferem os dançarinos. Algumas escolas taoístas dizem que é preciso 84 penetrações para uma mulher chegar ao orgasmo, feitas com calma e alternando a profundidade, outros escritos falam em 130, 150, 180, não há fórmulas, alias se tem uma coisa que não têm fórmula é o sexo, o caminho do orgasmo. Um dia fazem X e ele vem, no outro fazem a mesma coisa, e ele nem chega perto. Por isso, mais uma vez observem-se durante o ato.”

 

5 - “A quinta dica é a mais importante e podem começar o ato com ela. Esvaziem a mente, a cabeça. Preocupações, listas de compras, cobranças e etc, procurem deixar fora do quarto, ou de onde pretendem transar. Como? Não é fácil, mas é possível. Iniciem com uma meditação ativa, os dois. Pode ser uma prática respiratória conhecida e já experimentada, talvez se sentarem frente a frente olhando-se nos olhos e ajustando aos poucos a respiração vagorosamente. Pode ser dançarem vigorosamente durante uns 20 minutos, mexendo todo o corpo como nunca fizeram antes, explorando novos movimentos, respirando e deixando que um contato se faça aos poucos, sem pressa. Pode ser vedados ou olhando nos olhos. Mas o fundamental de qualquer prática meditativa e o sexo pode se tornar uma, o que facilita a fluir para estados de mais e mais prazer, é permanecer presente, consciente. Por isso a dica final é: desliguem o celular se quiserem gozar.”

29 março 2015

Se você não estava em Marte nesse fim de semana certamente ouviu falar (ou foi lá ou viu pela tv) do festival Lollapalooza que rolou aqui em São Paulo. Não faltou música boa, shows inesquecíveis e homens incríveis no palco. Sim, reparou no número absurdo de gatos no line up ou foi só eu que sou colunista de sexo e reparo nessas coisas?

 

Aqui vai minha listinha dos meus 3 musos dessa edição do festival (e o que eu faria com cada um deles. Sim, to entediada nessa noite de domingo, me deixem imaginar haha):

 

 

1. Pharrell Williams ♥

 

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Amo ele. O autor do hit Happy e produtor dos discos mais interessantes dos últimos tempos, além de gato é talvez o artista mais foda da atualidade (e talento, convenhamos, é muito afrodisíaco). E fofo. Sou viciada no The Voice americano, no qual ele é jurado, e sempre penso no quanto ele é sensível & fofo nas opiniões – adoro homem gentil. E o que é aquela tattoo linda no pescoço? (não posso com tattoo nos pescoço)

 

 

O que eu faria com ele: Pharrell é homem pra namorar. Eu levaria pra jantar, teria uns papos incríveis sobre nossos gostos musicais em comum e depois traria ele pra minha casa e o sexo seria consequência de uma noite muito completa e incrível, que acabaria com a gente vendo o sol nascer no meu rooftop (#alokaa). Ele tem cara de ser tipo o James Deen, aquele clima putaria-com-carinho, lembram que falei nesse texto aqui?

 

 

2. Sergio Pizzorno (guitarrista do Kasabian) ♥

 

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Os roqueiros tem aquele relaxamento existencial e aquela segurança que é muito irresistível. Acho essa vibe muito sexy. Vejo o show da banda inglesa Kasabian (uma das minhas favoritas do momento) e não consigo tirar os olhos do Sergio Pizzorno. Ele é o cara que tem a melhor presença de palco, arrasa na guitarra (homens gatos e guitarra, combinação imbatível) e é lindo, pura badassness.

 

 

O que eu faria com ele: transaria com ele no banheiro do backstage. Ou num after. Um sexo bem selvagem & intenso.

 

 

3. Jack White ♥

 

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Ele não é exatamente lindo, é meio estranho – e eu adoro isso. E acho ele incrível, o músico mais criativo e não óbvio do rolê, sem comparação com nenhum outro. E não podemos esquecer que fez um dos melhores shows do festival. Me apaixonei mais ainda quando vi aquele documentário It might get loud que mostra a paixão pela guitarra de três mestres, ele, The Edge e Jimmy Page. Acho incrível a relação muito instintiva e visceral que ele tem com a música.

 

 

O que eu faria com ele: Sou tão fã do trabalho dele que eu não sei se conseguiria fazer alguma coisa. Quando admiro muito a pessoa fico meio sem jeito, então acho que não faria nada, a iniciativa teria que ser toda sua, Jack White!

 

 

Adorei esse meu devaneio de domingo à noite!

E vocês, meninas, o que fariam com eles?

 

25 março 2015

Não posso acabar o dia sem essa pequena homenagem: hoje é aniversário da Sarah Jessica Parker, a eterna Carrie Bradshaw do nosso amado Sex and The City.

Amo a Carrie, me identifico total!

Aqui 5 motivos que me fazem morrer de saudade dela:

 

1. Porque os questionamentos dela são os melhores (e as perguntas sempre acabam servindo para a vida da gente também)
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2. Porque pra ela tudo se resolve com um bom Cosmopolitan.

 

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3. Porque ela era livre. Por trás do humor, dos looks incríveis e sapatos Manolo Blahnik, era a personificação da mulher pós-moderna que se permite ser tudo.

 

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4. Porque tinha a dose exata de malandragem e sarcasmo que toda mulher deve ter.

 

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5. E no fim era uma romântica fofa que amava o amor <3

 

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21 março 2015

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Conheço o Fepa há muitos anos. Vi ele a primeira vez atuando numa das peças mais legais que assisti aqui em Sp, “Festa de Separação”, que ele escreveu junto com a ex-mulher. Daí descobri que ele era filósofo como eu e músico, adorei. Ano passado ele lançou seu segundo disco, o ótimo “Baseado em Fatos Reais” que, diferente do primeiro, tem destaque para as letras, com arranjos que não roubam a cena (sem guitarra, com violão folk e metais). E as letras precisam ser ouvidas  mesmo porque Fepa é, antes de tudo, um homem de ideias e palavras.

 

Demorou pra eu chamar ele pra fazer uma playlist sexual aqui pro blog! Vamos às top 5 músicas para sexo segundo Fepa.

 

1. Feeling Good  (Nina Simone)

 

 

2. Maybe your Baby (Steve Wonder)

 

 

3. Vem menina – Curumin

 

 

4. Im losing you (Jonh Lennon)

 

 

5. Deusa Urbana  (Caetano Veloso)

 

 

17 março 2015

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Pompoarismo é uma arte que era dominada pelas prostitutas tailandesas e pelas gueixas japonesas. Até hoje podemos ver shows na Tailândia nos quais mulheres dominam tanto a técnica que se apresentam jogando objetos com suas vaginas. Mas ninguém aqui quer atirar objeto, o objetivo é mais simples. Pompoarismo consiste simplesmente em treinar a musculatura vaginal para que obedeça o nosso comando. Benefícios para a saúde, promessa de orgasmos melhores e a promissora capacidade de massagear/apertar/sugar o pau alheio com a força dos músculos vaginais (oh! Emoticon-da-carinha-de-olho-arregalado haha).Isso é o que leva muitas mulheres a quererem aprender essa técnica. Quando fiquei sabendo que teria curso de pompoarismo no Centro Metamorfose, já entrei em contato com Hayanna (a terapeuta que ministrou o curso e que tem uma longa experiência com pompoarismo e massagem tântrica ) para ir lá participar e contar tudo para vocês. Sou fã desse centro tântrico criado pelo Deva Nishok (que já deu entrevista aqui no blog), então sabia que esse curso seria interessante.

E lá fui eu passar minha tarde inteira de sábado aprendendo a arte do pompoarismo.

 

Uma das coisas mais legais em se falar sobre sexo com um grupo de mulheres é que o assunto chega sempre num nível de profundidade que transcende qualquer putaria e acaba numa reflexão profunda sobre a essência da feminilidade, nossos complexos, nossos traumas, as experiências que nos conectam por mais diferentes que sejamos. Adoro isso. Lá não foi diferente. Antes de chegarmos no assunto em questão, Hayanna deu uma super introdução tantra style que equalizou muito nossa enrgia, que fez com que eu e as várias outras muheres presentes, todas tão diferentes, entendêssemos que todo mundo passa pelas mesmas coisas. E quanto mais a gente entrava no tema do pompoarismo, mais eufórica a energia ia ficando. Peguei algumas boas dicas para você que quer começar a exercitar mas acha que não tem disciplina para tal.  Ela falou sobre muitos exercícios, mas aqui vou contar os mais básicos que você já pode começar agora.

 

Exercícios sem acessórios:

 

1) Sentada, inspire contraindo a vagina (como se segurasse algo dentro dela) contando até 30. Depois relaxe, expirando. Repita o exercício por mais 10 minutos. O bom desse exercício é que dá para fazer em qualquer lugar, ninguém vai saber que você ta ali arrasando na sua prática pompoarista. O trânsito de SP é perfeito pra isso. Ou a sala de espera de um médico, enquanto lê uma Caras do semestre passado.

 

2) Relaxe e contraia a musculatura da vagina como se tivesse pulsando. Repita 30 pulsações rápidas e relaxe. Esse exercício junto com o outro já dá resultados rápidos. Aproveite para fazer em pé em situações chatas tipo fila do banco, do correio.

 

Exercício com acessórios:

 

Bolinhas Ben Wa:

 

São encontradas nas sex shops em conjuntos de 2 ou 4 bolas e pesam em media 65 gramas. Sim, treinamento #causación, estimula a firmeza e a consciência vaginal. Insira as bolinhas e fique 10 minutos com elas. Simples assim. A força que você vai fazer para mantê-las ali já é suficiente pra esse trabalho inicial. Claro, esse não dá pra fazer na fila do correio, melhor fazer em casa enquanto cozinha ou lava louça ou qualquer ação em pé.

 

Vibrador:

 

O vibrador usado pra treinar pompoarismo deve ter em media 3 cm de largura e de 13 a 15 cm de comprimento.

 

Comece com uma massagem vibratória de 5 minutos. Não é pra gozar, não se empolgue, é só pra hipersensibilizar o local. Depois siga com esses dois exercícios que devem ser feitos com o vibrador desligado mas com as pilhas:

 

1) introduza o vibrador e faça o movimento de sugar e empurre levemente com os dedos. Depois tente expelir. Isso é um treinamento que vai preparando você para ter controle do que vai fazer, depois de uns meses arrasando nos exercícios, com o pau do cara, entendeu?

 

2) Coloque a ponta o vibrador na entrada da vagina e aperte. Repita 10 vezes apertando e soltando.

 

E quando tiver com os músculos treinados (fazendo o treinamento de forma disciplinada, em 15 dias já se nota diferença), o que poderá fazer?

Existem muitas possibilidades, mas Hayanna contou aqui algumas:

 

Chupitar: sugar o pau com a vagina, como se fosse uma boca chupando (ela garante que isso rola)

 

Estrangular: apertar a cabeça do pau

 

Torcer: movimentar o pênis apertando todos os anéis e girando em movimentos de rotação para uma lado e para outro (wow! Ok, esse é para profissionais, por enquanto podemos nos contentar com as outras manobras, meninas. )

 

Tudo isso, claro, deixa o homem louco e facilita muito o orgasmo da própria mulher, uma vez que com a musculatura mais tonificada os orgasmos tendem a ficar mais intensos. Todo mundo sai ganhando.

Saí de lá empolgadíssima e adorando a expressão “consciência vaginal”. Pense sobre todas as reflexões que podem vir dessa expressão. E vá fazer seus exercícios. Eu já estou fazendo os meus aqui enquanto escrevo esse texto.

 

10 março 2015

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Esses dias vi uma cena da série How I met your mother na qual o personagem estava jantando com uma bela mulher num primeiro encontro. Tudo ia bem até que ele recebeu uma mensagem dos amigos mostrando o resultado de uma rápida pesquisa no Google sobre ela. A mulher era mega poderosa, tinha mil coisas impressionantes no seu currículo. Não lembro exatamente o que, mas eram informações suficientes para que ele achasse ela muito foda – e imediatamente travasse no date que estava indo tão bem. Depois de ver essa mensagem ele perdeu completamente a naturalidade, ficou nervoso e estragou o clima do jantar. O fato de estar diante de uma mulher muito incrível o desestabilizou e a incapacidade dele de lidar com isso estragou tudo.

 

Lembro que quando vi essa cena pensei “preciso escrever sobre!” porque vejo com tanta frequência isso ao meu redor. É tão padrão que chego a ouvir várias amigas falando coisas como “Não falei muito sobre tal coisa pra nao assustar, né?”. Sendo “tal coisa” algo incrível sobre o trabalho dela ou algum feito que impressionasse (e intimidasse) o cara. Até eu já me vi em certas ocasiões tentando não intimidar o cara, evitando de falar muito sobre coisas legais que faço ou detalhes da minha bio que pudessem impressionar ele demais. E isso é tão absurdo.

 

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Uma vez entrevistei para minha coluna na Vip o jornalista americano Daniel Bergner quando ele tinha acabado de lançar seu livro O que as mulheres realmente querem, um estudo interessantíssimo sobre a sexualidade feminina no qual ele quebra vários tabus e vai contra muitos dos mitos que as pessoas criaram sobre sexualidade da mulher ao longo da história. Volta e meia me pego lembrando de uns trechos porque me rendeu muitos insights. Mas uma das coisas que mais me marcaram foi algo que ele disse na entrevista quando eu perguntei qual a melhor dica que ele poderia dar para um homem. Ele me respondeu:

 

“Eu diria: tente ouvir. Mas isso não significa que você tenha que ser politicamente correto ou excessivamente gentil e sensível. Apenas significa que você precisa estar apto a fazer perguntas (mais de uma vez, porque você pode não ter uma resposta honesta de primeira já que mulheres com frequência protegem nossos egos). E você deve estar preparado para ouvir respostas que podem te deixar, a princípio, desconfortável. Nossa cultura construiu muitos mitos sobre as mulheres e a sexualidade – mitos que servem pra confortar o homem. Nós homens precisamos estar dispostos a sermos desestabilizados, talvez até mesmo um pouco amedrontados.”

 

“…Já que mulheres com frequência protegem nosso egos”. Essa frase ficou ecoando na minha cabeça. Sim, estamos sempre protegendo os egos masculinos, e isso é absurdo. E acontece sem que a gente perceba, porque, como ele disse nossa sociedade construiu ao longo da história mitos que servem para confortar os homens. E a preocupação com que nosso sucesso intimide algum homem num primeiro date ou numa relação é algo que devia ser extinto do universo feminino. Meninas, parem com isso. Se tem um cara que não consegue lidar com nosso sucesso, simplesmente procure outro, não edite tudo que você é pelo cuidado de não amedrontar o outro. Simplesmente procure quem consiga lidar e pronto.

 

E se você é homem e está lendo esse texto, clica aqui nessa coluna que já escrevi sobre o tema – “Quem tem medo de mulher?” – na qual eu falo justamente sobre isso: por que o homem não precisa temer a supermulher.

 

8 março 2015

Hoje, no Dia da Mulher, resolvi falar um pouco sobre algumas mulheres que me inspiram.

Porque feminismo, mais do que qualquer outra coisa, tem a ver com isso: com aplaudir outras mulheres ao invés de competir, aprender com outras mulheres arrasantes e absorver o que elas, em suas forças e delicadezas, tem para nos inspirar.

 

E feliz dia para todas nós que com nossos ciclos e complexidades reafirmamos a vida over and over. Amo ser mulher e acho que isso fica muito claro nos meus textos que, mesmo não tendo inicialmente esse objetivo, acabam sendo sempre uma celebração do feminino.

 

Vamos às damas incríveis então:

 

Lou Salomé

 

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Gosto tanto que botei o nome nela na minha gatinha. Lou Andreas Salomé (1831 – 1967) foi a mulher que pirou a cabeça de intelectuais da época como Rilke, Paul Rée e o próprio filósofo Nietzsche, que a teve como a única paixão de sua vida. Deixou todos enlouquecidos. Nem Freud explicava ela. Era linda, inteligente, intelectual, apaixonada pela vida e muito sedutora. Escreveu livros como “A humanidade da mulher” e “Reflexões sobre o problema do amor”. Foi contra todas as regras morais e nunca aceitou o lugar que colocavam a mulher na época, tanto que a irmã de Nietzsche, ao vê-lo tão encantado com tal musa, foi conhecer ela e ficou chocada com a naturalidade com que a moça falava sobre temas delicados como Deus, sexo e moral. Pura causación. Tenho ela como grande exemplo.

 

Patti Smith

 

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Amo. Juntou o rock com a poesia de uma forma única – o que talvez, metaforicamente, represente a maneira com escolheu viver sua vida: com força gritante e delicadeza sussurrada. Cresceu em Nova Jersey e se jogou para Nova York com um livro de Rimbaud e nada no bolso. Lá acabou se tornando um dos principais símbolos da contracultura dos anos 1970 e viveu uma história de amor muito peculiar com o fotógrafo (também ícone da época) Robert Mapplethorpe, que a marcaria por toda uma vida. A história foi o ponto de partida de sua autobiografia “Só Garotos”, livro incrível no qual ela fala sobre a relação com ele e também sobre sua jornada que passa por artistas como William Burroughs, Allen Ginsberg, Janis Joplin e Hendrix. Livro lindo que traz muito à tona a natureza turva das relações, a relatividade da vida, a inquietude dos que “são indefinidos e não podem ser definidos pelo mundo”. Fica a sensação de que tudo é possível quando se tem uma alma que vai além de um mundo já mapeado pelos que são limitados por rótulos, noções e palavras. Totalmente Patti Smith.

 

Camille Paglia

 

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Polêmica socióloga americana que escreveu Vampes & Vadias, livro que para mim é a bíblia do pós-feminismo. É desse livro aquele trecho que eu já citei em alguns textos: “Eu diria para os homens: fiquem de pau duro! E para as mulheres: lidem com isso!”. Talvez seja a pensadora viva com cujo discurso sobre gênero eu mais me identifico. Muito contemporânea, sempre analisa ícones do nosso tempo. Foi ela que disse que Madonna fez mais pelo feminismo do que muitas feministas.

 

Lena Dunham

 

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Acho ela incrível, girl power total. Escreve, dirige e protagoniza a série Girls, da HBO. Fora dos padrões de beleza, causou polêmica pela naturalidade com que aparecia nua na série. Já foi premiada no Golden Globes e foi a primeira mulher a ganhar o prêmio de melhor diretora na categoria série de comédia no Directors Guild Award. De uma forma leve e bem humorada Lena reafirma com sua arte e sua forma de ser mulher o que talvez seja a maior lição a ser aprendida por nossa sociedade: a de que as mulheres não devem nunca ser limitadas pelo que esperam que elas sejam.

 

Aqui, posts anteriores do blog que escrevi sobre minhas outras musas que também merecem estar nessa lista:

 

Beyoncé:

 

http://aobscenasenhoritac.virgula.uol.com.br/eu-beyonce-e-o-feminismo/

 

Madonna:

 

http://aobscenasenhoritac.virgula.uol.com.br/express-yourself/

 

Kate Moss:

 

http://aobscenasenhoritac.virgula.uol.com.br/kate-moss-e-a-dialetica-da-causacao/