Desire Pearl Resorts & Spa Riviera Maya

Desire Resorts & Spa Riviera Maya

Temptation Resort & Spa Cancún
Desire Pearl Resorts & Spa Riviera Maya
19 novembro 2014

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Bom, primeiro preciso explicar porque dei essa sumida do blog: fiquei um mês fora do Brasil viajando por vários países fazendo um programa para o canal Multishow. Quando chegar mais perto da estreia conto mais sobre, mas já posso dizer que é um reality e que investiga o universo sexual dos países visitados de uma forma causadora e divertida. A parte ruim foi que fiquei meio distante do blog por simplesmente não ter tempo pra escrever (e senti muita falta). A parte boa é que fui anotando todas minhas impressões pessoais no meu Moleskine e vou contar tudo o que achei interessante – sob o meu ponto de vista – aqui para vocês. Conheci pessoas loucas & incríveis, lugares inacreditáveis e aos poucos vou ir contando tudo para vocês. E já to preparada para me sentir como Holden Caufield, personagem de O Apanhador no Campo de Centeio (de JD Salinger), que no fim do livro diz: “A gente nunca devia contar nada a ninguém. Mal acaba de contar, a gente começa a sentir saudade de todo mundo..”.

 

Preparada para sentir saudade.

Rewind.

 

***

 

Vou ter que começar falando sobre uma das coisas que mais curti na viagem: o Temptation, resort libertino em Cancun. Por libertino leia-se: roupas opcionais, swinger friendly, pessoas lindas, clima de festa & liberdade. Ah, e tudo isso no maior dos luxos. Como não amar? Já tinha passado da meia noite quando cheguei lá exausta com a equipe, cheia de malas na recepção do hotel. Ok que o clima quente de Cancun já tinha me relaxado e me deixado num bom humor súbito que nem eu entendia de onde vinha (rá) , mas a verdade é que tudo que eu queria era minha cama para acordar bem no dia seguinte e aproveitar a causação. Uma música alta vinha de um salão que era separado do lobby apenas por uma porta de vidro. Uma loira com um salto enorme e um biquini prata saía da área dos quartos e entrava na tal salão. A porta automática abriu e eu pude ver a festa animadíssima que rolava ali. Enquanto eu fazia check in um negro lindo (que posteriormente seria disputado por algumas meninas da equipe) passa por ali e diz “You’ll have fun…”

 

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Welcome to Temptation, babe.

Sem ter outra opção para comer naquele horário (uma das várias táticas para te manter sempre no clima festivo) tivemos que entrar na festa para comer. Uma mulher vestida de mulher- maravilha-sexy esperava as batatas fritas ao meu lado na fila da comida. Ao lado um casal na faixa dos 50 anos divertia com alguns solteiros ao redor (o cara gostava de ver a mulher causando com outros). Clima sensual mas nada era explícito. Uma morena linda de vinte e tantos anos com um biquini e sainha (como se tivesse recém saído da praia), dançava sorridente no meio de todos roubando as atenções enquanto o grupo de amigos virava doses de alguma bebida. A festa era cheia, histericamente animada e não havia nenhum equilíbrio estético entre os looks e idades e tipos de pessoas – e por isso era tão legal. Senti que se eu quisesse dançar, sei lá, o Harlem Shake em cima do balcão eu poderia e não seria nem um pouco estranho. Mas, podem respirar aliviados, não fiz isso. Dancei em cima do balcão numa outra noite, mas isso é outra história…

 

Talvez a palavra que melhor defina o resort Temptation não seja libertinagem, mas liberdade. É o lugar mais livre que conheci. Porque ali a pessoa se sente à vontade até para não causar se não quiser. Explico: quando eu fiquei sabendo da existência desse resort achei incrível e logo imaginei um clima de orgia 24 horas, pessoas nuas e lindas indo lá com o único objetivo de transar. O Temptation também pode ser isso (se você quiser) mas é muito mais – mais leve, mais divertido, mais acolhedor – do que imaginei. Das pessoas que conheci, muitas me disseram que iam lá duas vezes por ano. Por isso muitos grupo se conhecem, se reencontram sempre e nem sempre isso envolvia sexo.

O primeiro amigo que fiz na piscina foi o macaquinho, logo ao acordar após essa noite.

 

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Achei uma coisa tão turística e fofa pagar 12 dólares para fazer uma foto com o macaquinho que me permiti. E logo depois fui ao bar da piscina e pedi uma piña colada – foi mais forte que eu, juro. O barman bronzeado & caribenho me olhou e eu não consegui dizer outra coisa que não um “una piña colada”, bem convicta. Não é cafona & ótimo? Adorei o lugar imediatamente. Me sentia livre numa vibe não-preciso-ser-cool-quero-só-me-divertir. E adquiri uma personalidade flirty sem que eu me esforçasse para isso (pausa para minhas amigas morrerem de rir e falarem “como se você não tivesse…”) porque simplesmente tudo no lugar te leva a essa abertura para pelo menos sorrisos e flertes inofensivos. As pessoas mega simpáticas (essa talvez seja a principal característica do resort, a simpatia) andavam cada uma no seu clima, a maioria das mulheres de topless, grupos animados de várias idades na maior e melhor materialização que você pode imaginar da palavra “férias”. O foco ali realmente não era nos casais, mas mais nos solteiros. Homens bonitos e bronzeados andavam num clima obviamente aberto para sexo or something like that mas sem nenhum clima incoveniente que você poderia se deparar numa balada normal. Comparo com “balada” a área da piscina porque é isso mesmo que parecia, uma constante pool party que só ia ficando mais tranquila no fim da tarde. Quer dizer, tranquila não é bem a palavra: a música e a causação festiva não eram mais tão histéricas mas os participantes (em menor número que durante a tarde) se permitiam uma maior libertinagem. Se você não quer ver ou fazer parte disso (não foi meu caso porque eu quis ver tudo, of course) é só ir para a outra piscina a poucos metros dali que funcionava como uma espécie de contraponto à outra, a da #causación.

Depois fui escrever na praia particular do resort (alguém tem que trabalhar né..) numa rede distante em frente a alguns quartos. Estava lá quando chegou um homem e uma mulher que aparentemente se conheceram ali (deduzi pelas perguntas dela na linha “você é casado?’ ) e começaram a conversar. E a jogar vôlei (!) na mini quadra na praia em frente.

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(eu deitada na rede escrevendo e ouvindo o papo deles)

 

Aos poucos foi chegando mais gente perguntando “podemos nos juntar a vocês?”, pessoas que também não se conheciam. Começaram jogar vôlei todos felizes e bêbados e falantes, amigos de infância em minutos. Achei legal isso, todo mundo tão aberto, uma vibe tão boa, uma amizade tão fácil (me perguntei porque não é sempre assim no mundo) que me senti melhor ainda e fui na piscina buscar minha segunda piña colada (me deixem, eu estava muito no clima). Meu amigo macaquinho não estava mais ali, então interagi com um casal americano lindo que estavam ao redor do bar. Me contaram que iam pelo menos uma vez por ano e que nem sempre era uma loucura a ver com sexo, que iam mesmo pelo clima livre que não era necessariamente sexual – mas que quando rolava era bem incrível.

Na segunda noite, de novo na festa (que acontecia todo dia, sempre com um tema diferente), depois de tocar como dj (eu e a equipe já estávamos íntimos amigos da galera do resort) fui perguntar para um casal em um grupo se eu podia entrevista-los. A loira do casal ao lado desse me interrompeu eufórica dizendo que eu era linda e que adorava meu cabelo colorido etc e, sem pedir licença (haha), puxou minha blusa para o lado e lambeu meu peito (!) enquanto eu olhava num clima meio #wtf?? para o marido dela e para o casal que eu estava tentando entrevistar que olhavam a cena como se fosse uma situação muito normal. Eis que a outra, integrante do casal que eu queria entrevistar se empolga e resolve fazer o mesmo. Eu deixei, né? Negar isso na pista libertina seria como não se jogar na piña colada numa balada da piscina de Cancun. Até que eu disse: “o diretor ta me esperando pra gravar!” (que era verdade). E  consegui levar um dos casais para entrevistar, mas vocês vão ver no programa. Também vão ver eu tocando como DJ no lugar, as meninas que apresentaram o programa comigo causando no palco e saberão que destino teve o negro lindo que encontramos na recepção na chegada. Wait and see.

Mas, libertinagem à parte, saí de lá num clima “por um mundo mais resort-libertino!”. Como me disse uma das pessoas que conversei na balada da piscina, “se as relações e amizades fossem sempre leves e fáceis como são ali o mundo seria um lugar melhor.” E não é?

 

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Brindamos com piña colada e eu pensei, feliz, que meu próximo destino era o Hedonism na Jamaica, outro resort libertino. Ainda faltava um tempinho para eu voltar para o mundo real.

 

(acompanhem aqui no blog que logo eu posto sobre o Hedonism)

 

 

 

16 outubro 2014

 

Hoje o #EscolhasObscenas é especial: o blog e a L&PM vão dar as escolhas de presente para você! As primeiras quatro a escrever para aobscenasenhoritac@gmail.com ganham um desses dois quadrinhos (meus preferidos do Crepax).

 

Preciso confessar q se o assunto é quadrinhos eróticos a maior parte do meu coração ta ocupada pelo Milo Manara mas a outra parte fica toda com Crepax, esse italiano arrasante que adaptou pra o HQ as obras mais incríveis, como A História de O e foi responsável por criar a musa dos quadrinhos eróticas, Valentina.
Com look inspirado na atriz Louise Brooks, bissexual, sexy & moderna Valentina é a cara da mulher pós-feminista. Apareceu na obra dele como coadjuvante e logo virou protagonista, ganhando histórias só para ela.
A História de O é baseada no clássico livro de Pauline Réage, no qual O, uma mulher livre e independente, é levada por René, seu amante, a um castelo onde ela se torna escrava sexual e é submetida a várias práticas sadomasoquistas. “Cinquenta tons de cinza” my ass! Isso sim é sadomasoquismo. Ainda mais interessante com o traço incrível do Crepax.

3 outubro 2014

Esses dias postei no meu instagram um diálogo matinal super tranquilo (#sqn) com minha assistente via whatsapp e minhas leitoras e amigas ficaram me pedindo para fazer um post sobre o objeto de nossa adoração no diálogo, o muso do pornô James Deen. No papo a gente falava com uma empolgação surreal sobre uma cena dele com a Stoya.

Então cá estou eu atendendo a esses pedidos. Por que esse amor todo, minha gente? Explico: sabe aquela tal pegada que a gente fala que um homem deve ter pra nos satisfazer? Ele tem.

 

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Não, eu não peguei ele (Ainda. To indo pra L.A. esse mês, quem sabe né?) mas consigo ver claramente isso quando assisto um vídeo dele. E deve ser o que as milhões de meninas pelo mundo veem também porque James Deen é o ator pornô que tem mais tumblrs em sua homenagem e é idolatrado por adolescentes como se fosse integrante de uma boy band. Qual é o borogodó do homem, hein?

Com 28 anos, ele lembra aquele boy-next-door super gato que poderia ser seu amigo. Diz ter no sexo na vida real a mesma voracidade que mostra na frente das câmeras, tem um pau de 22 centímetros e é unanimidade entre suas colegas de trabalho – parece que a tal pegada que ele mostra ter é real. Ah, e ele namora uma das pornstars mais interessantes do momento, a Stoya.

 

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(Ele e Stoya fotografados por Steven Klein )

 

O mais legal é que sempre que vejo um vídeo dele sinto uma vibe que, na minha opinião, é a ideal pro sexo: putaria com carinho. Ele pode estar fazendo a coisa mais baixa e mais hardcore possível que mesmo assim transparece uma humanidade, uma sensibilidade, algo que geralmente rola quando acontece aquela química entre as pessoas que estão transando. Não sei explicar direito, vocês tem que ver pra entender.

 

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James Deen entrou para o ramo aos 18 anos depois de ouvir numa rádio uma entrevista da Jenna Jameson e desde então protagonizou mais de 3 mil cenas de sexo, dirigiu 11 títulos e ganhou muitos dos principais prêmios da indústria. O site dele (http://jamesdeen.com/ ) é ótimo e ainda tem uma parte dedicada a quem quer gravar uma cena com ele (“ do a scene with james”). A interessada pode se inscrever ali – pode ser qualquer tipo de mulher, a única coisa exigida é presença em frente às câmeras e disponibilidade. Se você não encara isso o jeito é se contentar com a réplica do instrumento de prazer do muso que está entre os itens da linha de brinquedos eróticos que ele lançou. Ou assistir os milhares de filmes pornôs que ele já fez. Se não viu, corre lá pra ver. Putaria com carinho das melhores, garanto.

26 setembro 2014

Rafa Rocha

 

O Rafa Rocha, além de meu amigo querido, é diretor de arte da Revista Noize e integrante da banda Wannabe Jalva, que acabou de lançar um clipe #causación:

 

 

…e logo mais estará em turnê por NYC. Também acabou de ser indicado ao Grammy latino pelo projeto gráfico da banda Apanhador Só. Ufa! E, como vocês podem ver na foto, é gato também haha.

 

E aí que eu não poderia deixar de pedir uma playlist sexy pra ele, né? Então vamos lá:

 

“Eu sempre acreditei muito mais em DISCOS ao invés de músicas na hora do sexo. Todo o ritual, o mood do sexo mesmo, vai total de encontro com o que tá rolando no som. Como bom “tarado” por discos, sempre é maravilhoso colocar um vinil para rodar antes da história tomar forma. O problema é virar o lado… haha. Então selecionei algumas músicas que para mim representam os discos que elas se inserem, e por que não os próprios artistas que as interpretam.”

 

Red Hot Chili Peppers – Power of Equality

 

 

A música que abre o Blood Sugar Sex Magik, que eu acredito ser o disco que eu mais escutei na vida para transar. Para mim é um disco perfeito para o momento, tem os moods ideiais, começa mais pegado, da umas pausas, volta com tudo… É o funk, o rock, o groove, o peso, a leveza, tudo ao mesmo tempo agora.

 

Curtis Mayfield – Get Down

 

Os negão sabem tudo. Esse é o som de abertura do Roots, álbum pedrada do Curtis Mayfield dos anos 70. É o groove sempre sexy do funk, sempre combina muito bem, tem todo o movimento necessário, para mim encaixa perfeitamente.

 

Jimi Hendrix – Bold As Love

 

É suave, é intenso ao mesmo tempo. Quando ele começa a solar, a parada perde o freio, e é assim que “a coisa” tem que ser. Deixa na mão do maior de todos que dá tudo certo. Todo esse disco (Axis) é incrível para o momento, cheio de cores e boas vibrações. Como a própria letra diz: “And all these emotions of mine, keep holfding me from giving my life to a rainbow like you”. Coisa linda de deus…

 

Jorge Ben – O Homem da Gravata Florida

 

Esse disco, o Tábua de Esmeraldas, é um dos últimos que constantemente rodam na hora do vamovê. Ele tem um groove animal e um toque Brasil que só a maestria de Jorge Ben conseguem exemplificar em forma de música. Escolho este som, dentro de todos do disco, pois ele tem um balanço especial, típido de jorge. Recomendo… e muito.

 

Black Sabbath – Wheels of Confusion

 

Quando eu comecei a namorar a Juli (Juli Baldi, namorada dele, uma fofa e ótima dj) a gente só escutava Sabbath para fazer sexo! hahaha Temos (entre os meus e os dela) uns 10 discos deles, e esse sempre foi o meu preferido. Ele abre com essa maldade, meio lenta e meio groove que é animal, a partir do meio final da música ela engata de vez e não tem mais volta. Acenda uma vela, apague a luz, coloque o Vol.4 pra rodar… uma bela experiência.

 

25 setembro 2014

A visão do senso comum é que tesão vem de coisas sexuais óbvias, um corpo bonito, uma roupa sexy, uma beleza dentro dos padrões, as palavras certas… Mas basta pensar um pouquinho antes de responder sobre o que nos excita que a gente logo percebe que, quando o assunto é sexo, o buraco é muito mais embaixo – e o tesão pode vir de coisas que a princípio nada tem de sexual.

 

Aqui conto as minhas:

 

Homem chorando

Acho muito sexy homem chorando. Adoro vulnerabilidades masculinas, vejo o choro como uma entrega, um momento de transbordamento, de conexão, de verdade. Por algum motivo relaciono isso com o momento do sexo, no qual também rola essa entrega sem filtro. Daí o resultado é que acho extremamente excitante homem chorando. Sério, fico louca. Me julguem. Mas podia ser pior pior, eu podia ter fetiche com, sei lá, palhaço. Então tá tudo certo. Chorem pra mim, homens!

 

Legends of the Fall

Legends of the Fall

 

 

Um comentário intelectual num momento inesperado

No meu segundo livro tem um conto no qual o narrador fala sobre a personagem: “Seu tesão era intelectual, as pessoas tinham que tomar cuidado com o que diziam para ela”. Auto-referente assumida que sou, essa passagem foi obviamente inspirada numa característica minha: adoro uma conclusão inteligente, um comentário articulado ou uma citação dita assim, como quem não quer nada, numa mesa de bar, entre um vinho e outro. Inteligência é algo extremamente afrodisíaco.

 

 

Humor

Adoro gente que me faz rir. Rir das mesmas coisas, ter o mesmo tipo de humor é algo essencial para que eu queira conviver mais com o cara, conhecer mais ele. Pode não ser o golpe final para me levar para a cama, mas certamente vai me manter mais tempo perto para que em breve isso aconteça.

 

 

 

Segurança

Curto gente segura, levemente arrogante. Mas tem que mostrar junto alguma fragilidade, alguma vulnerabilidade que escape em meio essa segurança. Esse equilíbrio é difícil, mas quando rola eu acho incrível. Exemplo de homem assim é o Hank Moody, da série Californication. Amo.

 

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Homem educado

Homem educado é tudo, gente. Não sei porque as pessoas não falam mais disso. Faz toda diferença, a pessoa se sente à vontade para se abrir (em todos os sentidos) porque se sente respeitada. Sentir que o outro é educado não só com a gente mas com os outros ao redor gera uma vibe ótima que pode sim passar pelo tesão.

 

23 setembro 2014

Dando continuidade às #EscolhasObscenas, aqui estão mais cinco coisas #hot que amo. Pra erotizar um pouquinho a semana de vocês. Me contem o que vocês acham e me passem suas dicas também! <3

 

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Sociedade Secreta do Sexo (Marcos Nogueira, Ed. Leya): O jornalista Marcos Nogueira (que já foi colunista também da minha querida Revista Vip) decidiu sair por aí investigando as melhores orgias do mundo. Seja num resort libertino onde swing faz parte da programação ou em festinhas particulares & luxuosas na Europa, ele estava lá acompanhando a viagem hedonista de pessoas que, fora dessas espécies de sociedades secretas cheias de regras, levam suas vidas normalmente como você. Lendo o livro a gente se sente mega voyeur vale a pena (especialmente se você não teria coragem de ser vouyer num orgia de verdade, essa é sua chance).

 

Gel Sensual para massagem 2 em 1 (da Durex): é ótimo porque ele funciona ao mesmo como massagem corporal e gel lubrificante.

 

We Vibe: Simplesmente o vibrador mais desejado do momento, sonho de consumo de todo mundo que curte sex toys. O motivo: nunca tinha sido feito um vibrador tão perfeito para usar a dois. Aqui eu falei mais dele.

 

“The Boudoir Bible – The Uninhibited Sex Guide For Today” (Betony Vernon): Amo a Betony Vernon. Ela é uma antropópologa sexual que começou a se interessar pelo erotismo com seu trabalho como designer de jóias com esse tema. A partir dali começou a estudar cada vez mais a sexualidade humana, dar palestras libertinas e recentemente lançou esse livro incrível com suas conclusões. A visão dela sobre sexo é igual à minha, super me identifiquei. Por enquanto você precisa encomendar mas assim que chegar no Brasil eu aviso vocês. E em breve posto aqui uma entrevistinha com a Betony, já to em contato com ela.

 

Bolinhas de pompoarismo: Amo. Ainda vou falar bastante disso aqui porque acho que o pompoarismo (exercício dos músculos vaginais) melhora muito a vida sexual. Melhora o orgasmo feminino e faz a mulher ter um controle dos músculos que enlouquece qualquer homem. O problema é ter disciplina pra exercitar (#preguiça ) mas vale a pena.

16 setembro 2014

Quem me segue nas redes sociais (se você não me segue, é só clicar nos ícones espalhados aqui pelo blog, haha) sabe que ontem eu gravei uma participação para o Canal 5 formas, do Fernando Muylaert e da Madame Mim. Foi super engraçado e me diverti horrores!

 

Checando a cena na qual eu chicoteava o Fernando Muylaert hahaha

Checando a cena na qual eu chicoteava o Fernando Muylaert hahaha

 

Aproveitei que essa semana é semana de playlist e pedi pro Fernando Muylaert nos contar o seu top 5 de música pra sexo, ou como ele mesmo disse: “músicas para chacachaca”, haha. O Fernando é ator e comediante, e vocês devem conhecê-lo do programa Vida Loca Show, que passava no Multishow. Ele também já fez parte do elenco do Saturday Night Live Brasil, e atualmente está no elenco do programa Chuchu Beleza do Felipe Chavier e o #5Formas com a minha amiga Madame Mim.

 

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Bom, chega de papo e vamos a sua playlist (que é tão engraçada quanto ele, também não poderia ser diferente, né?):

 

Happy – Pharrell Williams

Essa música significa muito pra mim, porque é assim que eu me sinto quando consigo transar.
Pompeii – Bastille

Das melhores musicas da atualidade. Essa eu me empolgo e mando no coro. Quando alguém aceita.

 

Magic! – Rude

Adoro essa musica. Rude e magia tem tudo a ver com sexo, não?

 

Detonator

Qualquer música do Detonator também me ajudam muito a fazer amor. Amor! Sexo, não.

 

Bruninho & Davi – Se Namorar Fosse Bom

Anima na hora H e já dá um aviso. (Pode sertanejo ou vai pegar mal?)

 

 

16 setembro 2014

Esse texto que postei no Virgula deu tanta repercussão que acho que devo dividir com vocês.

 

 

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Para ler o restante do texto é só clicar aqui.

 

E aí? Vocês também estão questionando a monogamia?

8 setembro 2014

Ia começar a escrever aqui sobre minha amiga Monique Maion e lembrei de uma frase da Anais Nin, escritora que eu e ela adoramos. Anais disse sobre Henry Miller: “Ele é como eu, uma pessoa a quem a vida embriaga”. É isso. Monique está entre o seleto grupo dos que se deixam ser embriagados pela vida. Cantora e compositora, está agora morando em Los Angeles, só voltando para o Brasil para pequenas turnês (acabou de voltar da terceira).

 

E o que ela está fazendo lá em Venice Beach? “To gravando disco novo, tocando na praia, fazendo trabalho voluntário com os artistas de rua, finalizei um livro de poesia e  iniciei finalmente a polêmica auto bio sem censura.” Buena onda…

 

Já avisei que esse ano ainda vou lá pra causar bastante com ela e marcar presença nessa bio sem censura! Por enquanto, curtam aqui o playlist da Monique com as top five músicas pra sexo. E ela avisa: “Aposto no sexo com dinâmica sempre portanto achar o bpm correto é essencial para mim.”

 

 

1 – Halina Frąckowiak – Idę dalej
Polish Funk de 1974, gosto dessa vibe para boas preliminares. Lap dances, sexy moves, ótima música para tirar uma peça por vez.

 

2 – Morphine – Early to Bed
O ego é afobado demais, ele vai pra cama antes da hora, curte muito pouco o estágio sensível da pele, para domar o crocodilo e prezar por uma “gozada duradoura”.

 

3 – The Soul Agents – Foxy Lady (Instrumental)

Clássico, sem palavras.

 

4 – Los Yorks – Abrazame Baby
Rock psicodélico Peruano de 1968 para explodir junto no fim.

 

5 – Camille Yarbrough – Take Yo Praise
Celebrando a Kundalini, energia que gera vida e cura, um mantra para meditar e observar os ciclos ativos no corpo com afirmações de respeito e amor incondicional.

(Pra ouvir é só clicar nos nomes das músicas). ;)

2 setembro 2014

jennifer-lawrence-middle-finger

 

A essa altura você obviamente já sabe do babado que tá rolando, as fotos da atriz Jennifer Lawrence que vazaram na internet nesse domingo, fotos mega sensuais e íntimas que ela tirou e vieram à tona por meio de um hacker do mal que achou uma falha no iCloud. E você também já deve ter lido nas redes sociais todas as opiniões possíveis sobre essa invasão de privacidade e deve ter pensado, com muito medo, “se roubassem as fotos do meu iphone…”
Mas #quemnunca né meninas? Eu já passei por coisas bem engraçadas/trágicas com coisas desse tipo, como minha irmã achando uma câmera com fotos bem hardcore minhas com meu ex ou eu ir mostrar algo no iphone durante uma reunião importante e aparecer uma foto muito inapropriada. Minha sorte é que eu tenho licença poética pra esse tipo de causação porque, como diz minha faxineira, eu “trabalho com isso” haha. Mas, claro… nem se compara a uma situação como essa da Jen, afinal, nem preciso explicar o quanto tornar públicas fotos suas, sendo íntimas ou não, é errado, né? E que elas só devem ser feitas com consentimento.
Pra mostrar minha solidariedade com a causa (#freeyourselfie), resolvi pedir para algumas amigas deixarem eu postar aqui fotos íntimas delas, selfies sensuais ou fotos tiradas em momentos íntimos entre quatro paredes – e foto minha também, claro.
Thanks minhas lindas Monique Maion, Dani Buarque, Rose Dagostino, Renata Drummond e Madame Mim, que liberaram aqui suas fotos.